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Event Summary

CEE da Mooca
São Paulo
Sep 23
2017
18 Artists and Guests
3000 Seats/Crowd
VemSer pela Música

Event Details

No dia 23 de setembro a Cidade de São Paulo receberá o Playing For Change Day, o evento-show terá a apresentação de músicos renomados, oficinas de arte e música além de um espaço dedicado a gastronomia.

Esta iniciativa que surgiu com a parceria do Projeto VemSer, que disponibiliza cursos e oficinas gratuitas em São Paulo, tem como objetivo apresentar à São Paulo a Playing For Change Foundation,  que se dedica a criar mudanças positivas através da música e da arte em todo o mundo.

Amantes da música se reúnem no dia 23 de setembro de 2017 para  celebrar o 7º Playing For Change Day , em português, mudança por meio da música. Neste dia, músicos e simpatizantes do projeto pelo mundo todo se juntam em palcos, esquinas, praças, escolas, e ao vivo participam de shows e eventos promovendo a paz e mudanças sociais positivas.

Toda arrecadação dos eventos pelo mundo são destinados a fornecer suporte ao Programa de Educação Musical que a Playing For Change Foundation promove nos 6 continentes do planeta e que é responsável por manter escolas, instrumentos musicais, instrução musical e inspiração para mais de 2.000 crianças em países como Brasil, Bangladesh, Gana, Mali, Nepal,  Ruanda, África do Sul, Tailândia, México e Argentina. Em 2015 o Playing For Change Day atingiu a marca de 200 eventos em 48 países nos 06 continentes.

CEE da Mooca

Rua Taquari, 549 - Mooca,
São Paulo, São Paulo
Brasil

55 11 98721.3336

http://www.projetovemser.com.br

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Event Artists and Guests


Sapiranga

O Cantor e Compositor baiano Sapiranga lança seu novo álbum. Com um repertório formado por músicas autorais que ressalta a essência e a identidade musical do artista, o CD “A Popular Música Brasileira” apresenta 12 faixas, com as participações de Zeca Baleiro, Margareth Menezes e Xangai. Além dos músicos, Papete Viana, Ivan Vilela, Paulo Lepetit, Pecth Calasans Márcio Maresia entre outros. Natural de Gandu, zona da Mata Atlântica baiana, Sapiranga é um Menestrel dos Tempos Modernos que reuni neste álbum de música brasileira estilos musicais de diferentes 'cantões' do nosso país. Lançado em todas as plataformas digitais para download gratuito o disco também está disponível nas principais lojas de todo brasil, lançado pela Gravadora Cacimba Discos e distribuído pela Canal 3.

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Manifestu

Iniciada em 2013, a banda de Santo André – SP, veio com a proposta de manifestar todo seu cotidiano em contextos reais, buscando na musicalidade transparecer suas vivências e propor resgates musicais e humanitários, de dentro pra fora. Toda sonoridade vem das influências de cada um dos integrantes, passeando por várias vertentes musicais, surpreendendo com um repertório autoral bem eclético. Intensidade, melodia, mistura e poesia. Muito ritmo no groove, no soul, mantendo o proceder da mensagem com o RAP, explorando toda vasta música popular brasileira, e tudo aquilo que ninguém nunca viu, ainda. A canção "Muda" toca na programação do programa Encontro Das Tribos, da Rádio 105,1 . Disponível o CD nas principais plataformas digitais. (Spotify, Deezer, ITunes e +)

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Ekena

Desde 2010 no cenário da música autoral, a cantora Ekena lança seu primeiro disco em maio, intitulado 'Nó', o álbum conta com 13 faixas autorais, que passeiam pelo folk e mpb. As canções intimistas e densas, trazem a tona os relacionamentos interpessoais e a luta incessante em ser mulher em meio a uma sociedade machista! Entre as canções do disco estão as já conhecidas 'Juro Juradinho', 'Passarinho' e 'Pois é', que foram lançadas em abril de 2016 no ep 'Passarinho'. Além dessas o disco ainda conta com o single 'Todxs Putxs', que ganhou clipe e será lançado em Abril. Acompanhada por Vínicius Lima (voz e violão), Gabriel Planas (baixo), Hugo Bruner (guitarra), Luis Octavio Rocha (bateria), William de Paula (piano, escaleta e ukulele) e Alvaro Malheiros (metais), Ekena se desmancha no palco e leva o público do riso ao choro com sua performance e voz marcante. Um show para se olhar para dentro e sorrir de orelha a orelha

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Daniel Conti

Cantor, violonista, compositor e arranjador de Indaiatuba/SP, Daniel Conti desenha canções em um meticuloso enlaçamento entre violão e voz, na tradição de nomes como Badi Assad, Elomar, Gilberto Gil, Dorival Caymmi, Milton Nascimento e Geraldo Azevedo.

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Brisa Flow

Brisa De La Cordillera é cantora filha de chilenos, nascida em Belo Horizonte, criada em Sabará. Conhecida como Brisa Flow, a artista faz juz ao vulgo por ter uma musicalidade livre. Iniciou sua carreira em 2010 participando ativamente da cena cultural mineira. Em 2012 mudou-se para São Paulo onde participou de diversos projetos e eventos relacionados a música e aos direitos das mulheres. A música “As de cem” esteve entre as virais do Spotify em 2015 e recebeu o prêmio Olga “Mulheres Inspiradoras”. Em 2016 lançou seu disco “Newen” de forma independente, o trabalho esteve entre as listas dos melhores discos do ano selecionados pelo Estadão, Brasileiríssimos e Noticiário Periférico.

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Rafha Mendonzza

DJ Rfha Mendonzza, caboclo, hippie, hi-tech, nascido na Amazônia, seu berço sonoro musical que referencia sua inspiração. Amante de tecnologia, ferramenta que sustenta sua jornada, traz em seu set uma viagem musical dançante, mestiça e psicodélica, onde os beats da música eletrônica se encontram com ritmos tradicionais como a Cumbia, Carimbó, Batuques brasileiros e Guitarrada.

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Paulo Neto

Pernambucano, nascido em Condado, cidade da região da Zona da Mata Norte, lançou em 2012 seu primeiro e elogiado CD “Dois Animais na Selva Suja da Rua” produzido por Thiago Marques Luiz e DJ Zé Pedro um ano depois de ter ganhado o Prêmio da Música Brasileira na categoria Vale Cantar Noel como melhor intérprete. Iniciou sua carreira cantando frevos em trios elétricos em Pernambuco. Já em São Paulo participou de projetos fonográficos sobre os centenários de Adoniran Barbosa, Luiz Gonzaga e Herivelto Martins. Já dividiu o palco com grandes nomes da MPB com Amelinha, Maria Alcina, Filipe Catto, Marcelo Jeneci, Antônio Nóbrega, Maestro Spok, com a cantora e atriz Zezé Motta, entre outros. Paulo prepara segundo CD com um repertório de canções inéditas compostas por ele e seus parceiros, que mostra uma visão diversificada da música produzida na cena independente paulista, valorizando suas influências. Com a produção musical de Rodrigo Campos e direção artística de Celso Sim.

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Sandyalê

Sandyalê é de Aracaju (Sergipe), onde passou a infância e adolescência respirando a brisa acolhedora da praia de Atalaia, cenário característico que inspira artistas da cidade, ouvindo seu avô cantar baladas do The Platters, Orlando Silva e Nelson Gonçalves. Soltou sua voz pela primeira vez ainda criança, acompanhando sua mãe em noitadas de karaokê. Em agosto de 2013, Sandyalê gravou seu primeiro álbum "Um no Enxame", produzido por Dudu Prudente, no Estúdio Orí (Aracaju-SE), sendo bem elogiado pelo público e com citações em publicações importantes como Rock Inpress e o Globo. ​ Em 2015, Sandyalê foi finalista do Edital Natura Musical, com o projeto "Árvore Estranha", conceito que será o tema do próximo álbum, que está em fase de pré-produção. ​ Em 2016, o show "Um no Enxame" circulou por diversos palcos como Commons Studio Bar (BA), Praça Pedro Arcanjo-Pelourinho (BA), Festival Minavu (BA), Projeto Música no Parque (BA), Festival de Inverno de Garanhuns (PE), Festival Zons (SE), Palco Rasgadinho (Carnaval de Aracaju), Parque dos Cajueiros (Aniversário de Aracaju) e Oi Futuro (RJ). Em dezembro de 2016, lançou o single clipe "Aconteço", em parceria com o cantor e compositor Leo Fressato e se prepara pra entrar em estúdo pra gravar "Árvore Estranha".

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Jair Rhuÿs

“Meu trabalho mostra o interesse pelo sagrado... não na religião, embora possa ali ser representado, mas na alma. Conforme pede o trabalho utilizo símbolos, arquétipos e marcas deixadas na história, com o uso de diversas técnicas e materiais. Gosto de Filosofia, Antropologia, Mitologia, de imagens e composições que dizem mais do que mostram. Minha busca é uma viagem interior fragmentada e atemporal. Figurativo ou abstrato? Não tenho estilo definido. Não sou definitivo!” – Jair Rhuÿs

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Dani Andrade

Dani Andrade é cantautor, transita do regionalismo musical brasileiro ao universo pop mun- dial. Nascido em São Paulo, filho de pernambucana e mineiro, as influências mesclam ritmos e harmonias diversificados, produzindo novas estéticas e combinações, livres de classificações e muito miscigenada . O compositor cria imagens poéticas em suas letras, propondo reflexões, registrando momentos e utilizando-se de simbologias e metáforas como meio de contemplação do cotidiano. Unindo poesia a uma sonoridades world music, com o timbre forte e singular de sua voz, suas canções são originais, sofisticadas e marcantes. Lançou seu primeiro trabalho oficial em 2014, o EP “Leve” que foi gravado com o maestro cubano Yaniel Matos. Foi convidado a compor uma música em comemoração ao Ano Inter- nacional das Florestas, evento realizado pela ONU. Compôs ”Minha Raiz”, que tem influên- cias de maracatu, e foi produzida com instrumentos orgânicos e apresentada no Clube Hebraica, em São Paulo. A canção também foi premiada no Festival da Canção Mokiti Okada, que ocorreu no Ginásio do Ibiraquera. O artista foi destaque no “Garimpo Oi Novo Som” e suas musicas tocadas na programação da Rádio Oi FM. A música “Money Honey” foi selecionada para entrar na programação da Globo FM, no programa “Música Indepen- dente”. Participou de entrevistas também nas Radios Metropolitana, Bandeirantes, Radio USP, Radio FAAP e na Radio Naba Latvijã FM da Letônia. Em 2015 foi convidado a participar da campanha de divulgação do programa da Sony “The Voice” U.S.A., com sua música “All the Light”, gravando com artistas como SuperCombo e Eric Silver. Também participou do Tributo Aos Novos Baianos “Tinindo Trincando”, promovido pelo Jardim Elétrico, junto a outros artistas da nova música popular como Cícero, A Banda Mais Bonita da Cidade e outros. Cantou ao lado de Simoninha e Max de Castro na festa da S de Samba e Som Livre onde também se apresentaram Jair Oliveira, Luciana Mello e Marcelo Jeneci. É parte da equipe de criação do Laboratório de Arte e Cidadania Ativa da USP, com oficinas musicais já apresentadas na ECA-USP (Escola de Comunicação e Artes), no MIS (Museu da Imagem e do Som) e no Centro de Cultura do Japão-USP. Daniel já fez shows em eventos das Prefeituras de São Paulo/SP(Natal Iluminado), Guarujá/SP(Aniversário da cidade), Pre- feitura de Manaus/AM(Bossa na Praça), SESC ́s Santo André/SP, SESC Araraquara/SP, e também em casas e espaços de musicas autorais de São Paulo como, Sala Guiomar Novaes na Funarte e a Praça Victor Civita. Participou do programa Record News com Herótodo Bar- beiro, Paratodos da TV Brasil , teve seu trabalho publicado na Revista da Cultura, Folha Ilustrada com destaque na coluna da Monica Bérgamo, além de participações em webséries e diversos canais da web como “Show Livre”, “Brasileiríssimos”, “Unn Sessions” e “Clapme VEVO”. Em 2016, além de seus shows, trabalha também em um projeto em parceria com o produ- tor musical canadense Eli Levinson (Oonga), que será lançado em breve no Brasil e Canadá. E já se prepara para a gravação do seu segundo disco.

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Andrew

Paulistano da zona leste, berço de vários DJs de sucesso da cena nacional. Andrew nasceu em 1982, tendo em seu DNA a experiência musical do pai, integrante de equipes de som dos anos 70. Frequentador do circuito noturno desde a segunda metade dos anos 90 e o crescimento da cultura club, assim como o crescimento da profissão DJ, aumentando suas expectativas com a profissão, e hoje exerce a atividade com total prazer e responsabilidade. Qualificou-se em 2004 pela Escola de DJs do Lov.e Club, e assim inicia sua carreira profissional, tocando ao lado de DJs consagrados, de vários segmentos musicais: de Gregão a DJ Murphy. De KL Jay a DJ Marky. Andrew é conhecido pelos seus sets de House e Techno, como também por apresentações tocando clássicos e obscuridades da música brasileira. Além da discotecagem, Andrew se dedica ao seu novo projeto chamado I’m a Vinyl Lover: uma pequena loja de discos com foco em música brasileira, participando nos principais eventos do gênero, como Calefação Tropicaos, Festival Órbita, Mundo Pensante, Record Store Day @ MIS, entre outros.

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Mariana Carvalho

Paulistana e filha de dois maranhenses, tem como parte importante de seu repertório o contraste que se dá diante das diversas maneiras de ser e estar no mundo. Curiosa com as percepções de cada um sobre a vida, sua poética tem como eixo central as memórias, onde transita entre estímulos para plenitude da alma e a facilidade de nos fragmentarmos dentro de nós mesmos. A madeira se tornou um suporte potente para suas obras. “É onde eu perco o medo de errar. Minha memória está carregada de mato, corpo ativo e pé no chão. No final das contas, é minha maneira de me colocar diante da vida”

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Andrea Barbour

Bailarina, Artista Visual e Gestora Ambiental, acredito na potência de um ser plural e em constante mutação. Permeando por várias áreas do conhecimento da mente/corpo, atravessei as experiências na certeza de conduzi-las à uma força que fosse capaz de transformar o meu entorno. Em minha trajetória de quase 26 anos de dança, me entreguei ao Ballet Clássico, à Dança Contemporânea, às Performances aéreas, ao Teatro Físico e ao Butô como uma gota d’água se lança à tempestade. Desde 2007 pesquiso o espaço aéreo “circense” como possibilidade para a movimentação do corpo a partir da dança. Ao me formar em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e aprofundar o estudo das práticas performativas na Escola de Comunicações e Artes da USP, me interessei em explorar o campo imagético das pesquisas por meio das artes plásticas e audiovisuais, a fim de suprir as inquietações deste ser em constante transição. O estado de criação é permanente, de maneira que o trabalho autoral é uma questão de sobrevivência e resistência. No período que residi em Paris, me exilei do cotidiano paulista para empoderar minhas criações, aprofundei a pesquisa e produção de Auto-VideoDanças, com os quais já fui selecionada para 6 Mostras internacionais. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Amapá, Ribeirão Preto, Bolívia e Chile. Dei início ao projeto Auto-Retraço onde eu mesma me fotografo em situações impossíveis. Estar em trânsito pra mim é muito mais do que um mero deslocamento espacial ou temporal. Desde a menor das travessias, da minha casa à padaria até as que transpassam oceanos, a viagem acontece quando acordamos fora do corpo e atravessamos as nossas fronteiras interiores num processo de descoberta que levanta a complexa questão da identidade/alteridade. Sendo assim pode-se considerar que eu viajo todo dia. Fui convidada à ir um pouco mais longe, participei de uma Residência artística na Índia, coordenada pela artista plástica Regina Carmona a vivência me trouxe mais provocações insaciáveis que agora estão sendo digeridas para vomitá-las num futuro próximo. Descobri que me formei em Gestão Ambiental pela USP, para fundir a arte com a realidade ambiental atual, a fim de despertar a consciência do ser humano como parte do todo. Não me bastou trabalhar em ONGs e Editoras de Livros que tratavam de Sustentabilidade de maneira racional e concreta, eu quis desenvolver e aplicar uma pesquisa corporal artística que fomenta a construção de uma apreciação e um senso de encorajamento do pensamento e da criatividade no indivíduo, clareando a idéia da interdependência das relações ecológicas e sociais, e da importância de cada elemento do sistema. Desta experiência surgiu a oficina "Corporeidade e Natureza" que eu tive a honra de ministrar em alguns lugares de São Paulo. Enfim, costumo chamar estas escolhas de "Miúdos Haveres", e esta é uma forma bastante comedida de apresentá-los. Desenvolvi este site para deixar essa introdução menos rasa, a idéia é estreitar a relação com você que me lê, e quem sabe comungarmos experiências. Fique a vontade! Mergulhemo-nos!

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Forro de La Mancha

Antonio De La Mancha é músico, compositor, arranjador e ator. Iniciou seus estudos com 9 anos no piano e, posteriormente, no teclado. Complementando os estudos participou de corais, grupos de bailes, serestas, casamentos e concorrendo em festivais de canção. Em 2007, ingressou no Conservatório Dr. Carlos de Campos, em Tatuí – SP, canto popular e lírico e artes cênicas. Integrou a Cia de Teatro do Conservatório ,vencedores do Festival de Teatro do Rio – RJ. Formou-se em artes cênicas em 2011. Atuou, elaborou e executou trilhas sonoras para as peças, participou de oficinas de teatro e música, que complementaram sua formação, mesma época em que iniciou seus estudos em acordeon, tendo como mestres Leroy Amendola, Toninho Ferraguti, Guilherme Ribeiro. Em 2012, participou de aulas e oficinas em festivais, com Nelson Faria, Sizão Machado, Cristovão Bastos e Fernando Merlindo, e retornou aos festivais de premiação de canção pelo Brasil – Fenac, Ilha Solteira, Fampop, Fejacan, Fam – como músico acompanhante, tocando acordeon e teclados. Em São Paulo desde 2014, ingressou no curso de acordeon da EMESP – Escola de Música do Estado de São Paulo, passando a acompanhar compositores da cena independente como Isabela Moraes, Kleber Albuquerque, Leo Middea, Wilson Teixeira e Zé Alexandre. Na mesma época, participou do 1º Festival Internacional de Acordeon de Caxias do Sul – RS, quando teve contato direto com grandes nomes, como Renzo Ruggieri, Chico Chagas, Luciano Maia e Oscar dos Reis. Em 2016, foi vencedor do Festival Botucanto, em Botucatu – SP, com a música “A Dor Contrária”, de Dani Black, mesma música com a qual pegou 3ª colocação no Fam, Ribeirão Preto – SP. Na Fampop, Avaré – SP, conquistou 3ª colocação com a música “Fast Food”, de Isabela Moraes, e no Festival de São Miguel Arcanjo – SP, conquistou o Prêmio de Comunicação, com Sandro Dornelles, com a música “Esmigalhado”. Atualmente, com dois projetos de forró, Forró De La Mancha e Serelepe, este ultimo indicado ao Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor grupo regional, Antonio vereda pelos gêneros regionais nordestinos e alia a seu repertorio suas raízes caipira.

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Deise Kiran


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Victória Sales


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Luz Ribeiro

Têm outros três nomes próprios, filha de Noélia e Antonio, nasceu no verão de 1988, paulistana, pedagoga, educadora física, aspirante a atriz, performer e poeta. Autora do livro independente, eterno contínuo (2013) lançado pelo selo do burro, tem poesias publicadas nas antologias: · antologia do burro (2012); · o pequeno livro sagrado do menor slam do mundo (2012); · Antologia Poetas do Sarau Suburbano Vol II (2013); · Sobrenome Liberdade Antes de ser um Manifesto (2013); · PRETEXTOS DE MULHERES NEGRAS (2013), UMA VEZ POETAS AMBULANTES... (2013). Defeituosa desde sua fabricação, nasceu poesia e virou poeta, mas deseja voltar a ser poesia, escreve desde os seis anos de idade, onde criava histórias para ninguém ouvir, aprendeu o valor da palavra com a mãe que escrevia letras de música e devido ao pouco letramento colocava melodia para decora-las e com sua irmã que escrevia em cadernos de dez matérias e com frequência passava cada texto a limpo. Noélia gerou duas mulheres de palavra. É uma das idealizadoras, preparadora de oficinas e poeta no coletivo Poetas Ambulantes, grupo que declama e distribui poesia nos transportes públicos de São Paulo desde 2011 Em 2012 juntamente com o poeta comunicador Thiago Peixoto, sentiram a necessidade de trazer para a Zona Sul toda a essência da poesia falada, assim nasce o Slam do Treze: Batalha de Poesias Faladas que acontece no Terminal Santo Amaro toda última segunda do mês, competição está que faz parte do circuito Slam BR desde o ano de seu surgimento. Sonhou juntamente com Thiago Peixoto e Paulo Flores o grupo Luz, Flores e Peixes: Trio Musical infantil com apresentações compostas por canções autorais e/ou covers com ritmos diversos. No primeiro semestre do respectivo ano, durante processo de montagem na Escola de Teatro Macunaíma, fez parte do núcleo de adaptação, onde se aproximou de Lucas Carvalho e juntos pensaram na CIA Sóis de Teatro, juntos, criam e interpretam textos infanto-juvenis para todas as idades, com caráter lúdico educativo. “ Zerbina e Escapino o Guardião de Sonhos ” é o primeiro texto autoral da dupla e irá compor a programação da 8ª Mostra Cultural da Cooperifa. Participa do Trio de Poesias Bacantes na qual fazem performances poéticas através de textos coletivo autorais, em 2014 foram os campeões do Rachão Poético Compõe ainda o Projeto Bahia este que será um espetáculo de spoken word aliado a poesia e ao teatro para falar sobre questões de moradia. A mesma é educadora e está técnica social, atualmente trabalha em um Serviço de Medida Socioeducativa em Meio Aberto na região de Cidade Ademar, atendendo adolescentes e/ou jovens em cumprimento de medida socioeducativa de Liberdade Assistida e Prestação de Serviço à Comunidade. Acredita no ser humano e na ressocialização de qualquer indivíduo, sua metodologia é o afeto. Acredita na arte como libertação e na poesia como antidoto para invisibilidade.

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Daniel Camiranga


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09/25/2020
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